Compreender a autogestão como um conceito e práxis que se opõe a alienação do trabalho, significa problematizar a sua construção histórica, que tem no campo das tentativas de trabalho associado suas primeiras manifestações concretas, e é retomada nos movimentos da economia solidária. Nesta perspectiva dialética, evidencia-se que a impossibilidade de realização plena da autogestão reside na fragmentação material e econômica dos empreendimentos econômicos solidários, ou na sua integração por meio das mediações alienadoras do capital. Tal impasse leva a necessidade de criação de novas relações sociais de produção, a partir dos vários acúmulos já conseguidos nas lutas e tentativas de trabalho associado ou de formas de autogestão. Dessa forma, propõe-se conceber a economia solidária como um movimento de ruptura frente ao status quo, e com isso, reorientar sua práxis em três novas mediações: propriedade orgânica, renda sistêmica e autogestão societal; bases para a arquitetura crítica de um sistema orgânico do trabalho.
| Código: | L002-9788527412124 |
| Código de barras: | 9788527412124 |
| Peso (kg): | 0,280 |
| Altura (cm): | 21,00 |
| Largura (cm): | 14,00 |
| Espessura (cm): | 1,00 |
| Autor | Édi Augusto Benini |
| Editora | ICONE ESPACO CULTURAL |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 168 |
| Ano de edição | 2012 |
| Número de edição | 1 |

