Em um pequeno sítio, famílias chegavam de outros lugares e se estabeleciam próximo a um rio. Formavam suas famílias, trabalhavam e cuidavam das suas atividades domésticas. Viviam basicamente da agricultura de subsistência, pecuária e outros serviços. No entanto, quando a seca castigava toda população, deixava animais e pessoas com fome e sede, causando a morte de muitos seres vivos. As pessoas se apegaram à religiosidade, fazendo preces e orações. O trabalho dependia da natureza e do inverno existente a cada ano.
Se adoeciam, buscavam ajuda na natureza e na fé. Em épocas de seca ou chuva, sempre faziam experiências e preces aos santos para ter fartura. Com quaisquer problemas relacionados a seca, violência ou doenças, faziam promessas à Nossa Senhora, para receber alguma ajuda. Mas, diante de tudo que acontecia, sempre amavam e cuidavam da natureza, contemplavam a sua beleza e sabiam valorizá-la, pois era dela que vinha o seu sustento e da sua família. Praticavam o respeito e os bons valores, buscando a prática do amor, da união e das tradições religiosas das comunidades.
Movidos pelas necessidades que apareciam e pelas práticas religiosas realizadas nas comunidades, percebiam que era preciso mais conhecimento, que as crianças deveriam adquirir mais leitura. Com isso, começaram a surgir as primeiras escolas particulares nas residências dos pais dos alunos, dos que tinham condições para pagar. Depois das lutas e movimentos dos pioneiros da educação em todo país, começaram a surgir as escolas públicas e gratuitas também nas comunidades rurais, facilitando a aprendizagem de quem queria aprender a ler e escrever.
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| Autor |
Cecília Oliveira |
| Editora |
ARTERA |
| Idioma |
PORTUGUÊS |
| Encadernação |
Brochura |
| Páginas |
123 |
| Ano de edição |
2025 |
| Número de edição |
1 |