A civilização brasileira menospreza os nomes dos povos de civilizações africanas – aqui enraizados há quase 500 anos – e prefere o sofismo de chamá-los pelo nome da commodity transportada em navios negreiros: os negros. Cria-se assim, em tese, um círculo vicioso de racismo institucional e sistêmico que retroalimenta o racismo estrutural no Brasil. A brasilidade alcança cotidianamente seu objetivo de matar as almas africanas brasileiras, e assim segue especializando a civilização brasileira num africanicídio.
Mestre Renato Santo.
A racialização negra não é um motivo de orgulho, mas uma distração. No Brasil vivemos um desafio semantico, um dos pilares de nossa colonização: Ser Negro.
Castiel Vitorino Brasileiro.
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| Autor |
Castiel Vitorino Brasileiro |
| Editora |
N-1 EDIÇÕES |
| Idioma |
PORTUGUÊS |
| Encadernação |
Brochura |
| Páginas |
112 |
| Ano de edição |
2022 |
| Número de edição |
1 |