A psicose não designa o que pode advir em cada um, em cada uma de nós, na medida em que os desejos são, propriamente falando, loucos? A perversão, com tanta frequência nomeada para denunciar os efeitos maléficos de um ato pretensamente justo e bom, não define o que é a sexualidade enquanto tal? Quanto à neurose, se ela se perpetua mais do que nunca em sua vertente obsessiva, pode ainda qualificar a histeria na medida em que esta é a subversão das identificações normativas com a feminidade ou a virilidade? Enfim, os testemunhos dos artistas, tais como James Joyce, Marguerite Duras, Camille Claudel, André Gide, Henry de Montherlant, não tem o que ensinar à psicanálise?
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| Autor | Philippe Julien |
| Editora | CIA DE FREUD |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 207 |
| Ano de edição | 2003 |
| Número de edição | 1 |

