Nas últimas décadas, o olhar hegemônico na saúde mental tem compreendido que o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM) é o único instrumento para explicar o sofrimento emocional e psíquico do ser humano. Na contramão dessa tendência, a Gestalt-terapia, com sua visão crítica, pode nos oferecer inúmeras contribuições teóricas e epistemológicas para discutir os processos de medicalização da existência. Recorrendo aos estudos de psicopatologia fenomenológica e a outras áreas de conhecimento — como a filosofia, a epistemologia, a psicologia social, as teorias feministas e o pensamento decolonial —, Mariama Furtado tece reflexões críticas para problematizar as fronteiras entre o normal e o patológico. Com seu olhar sensível, acolhedor e respeitoso, ela inaugura uma nova perspectiva, que questiona a visão biologizante e neurocentrada dos chamados transtornos psiquiátricos. Como diz a autora, os Gestalt-terapeutas têm o compromisso histórico de jamais abandonar suas “origens progressistas e libertárias, que estão muito mais preocupadas com os modos de ser e estar no mundo do que com categorizar doenças e estereotipar padrões de saúde/normalidade”. Prefácio de Lilian Frazão.
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| Autor | Mariama Furtado |
| Editora | SUMMUS EDITORIAL |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 0 |
| Ano de edição | 2026 |
| Número de edição | 1 |

