No seu movimento de aproximação entre vida e arte, a performance resgata uma prática radical, em que se dá vazão a uma criatividade pulsional e existencial que transmuta os seus elementos de expressividade do aqui e agora da vivência e amplia as fronteiras da investigação e da experimentação artísticas. Herdeira de movimentos de ruptura como o Dada, happening e contracultura, a performance provocou, nas últimas décadas, uma revitalização das artes, rompendo com a representação estratificada e as convenções teatrais e dando dinamicidade à cena do espetáculo, assim como às artes plásticas. Em Performance como Linguagem, Renato Cohen, pesquisador e performer, investiga as especificidades desta nova linguagem e, num confronto com a cena do teatro, analisa as soluções que o espetáculo performático dá aos problemas da criação, encenação e atuação. A partir da observação das realizações de artistas como Joseph Beuys, Laurie Anderson e grupos como o Fluxus, entre outros, são focalizadas as diversas vertentes da performance, que vão dar ritualização à arte conceitual, bem como ao chamado teatro de imagens. Estudando a manipulação de signos com que os artistas criam estas formas de encarnação imagística e expressiva dos espaços cênicos, propõe uma espécie de ''antimídia'' que se contrapõe ao discurso da mídia institucionalizada.J.G.
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| Autor | Renato Cohen |
| Editora | PERSPECTIVA |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 184 |
| Ano de edição | 2019 |
| Número de edição | 3 |

