Em 1997, quando foi escrito, Spensy Pimentel almejava que O livro vermelho do Hip-Hop participasse da cultura por meio do “quinto elemento” — o conhecimento —, somando-se ao breaking, ao MC, ao DJ e ao graffiti. Circulou inicialmente de mão em mão, em fotocópias, tornando-se uma referência dentro do movimento, antes mesmo de ganhar espaço na imprensa ou na internet, qual foi largamente difundido. Em 1998, deu origem ao “Especial Hip-Hop” da revista Caros Amigos, uma das primeiras iniciativas de cobertura jornalística mais profunda sobre o tema no Brasil. Em 1999, uma versão parcial em PDF foi publicada pelo pioneiro portal Bocada Forte, difundindo-o ainda mais, que passou a ser citado em dezenas de teses e artigos acadêmicos sobre o tema nos anos seguintes.
A nova edição, 1997 Resmasterizado 2025, revisita o conteúdo original, atualiza referências, acrescenta reflexões acumuladas ao longo de décadas de pesquisa e militância e insere o livro na contemporaneidade: tempos de avanço do fascismo global e emergência de novas vozes, como o rap indígena. Ao traçar pontes entre o passado e o presente do Hip-Hop, a obra reafirma o papel transformador dessa cultura — nascida da exclusão, mas marcada pela enorme invenção, força de resistência e alta consciência crítica.
| Código: |
L002-9786554970648 |
| Código de barras: |
9786554970648 |
| Peso (kg): |
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| Altura (cm): |
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| Autor |
Spensy Pimentel |
| Editora |
AUTONOMIA LITERÁRIA |
| Idioma |
PORTUGUÊS |
| Encadernação |
Brochura |
| Páginas |
160 |
| Ano de edição |
2025 |
| Número de edição |
1 |