O corpo no extremo. O doente internado no extremo da cidade, na periferia. A violência, a dor extrema, a sensibilidade extremamente diminuída ou a hipersensibilidade, o medo extremo de homens, o exagero da vigilância diante das exigências da vida, o extremo das reações localizadas em extremidades do corpo, a dificuldade extrema para andar. O sentimento de vulnerabilidades extremas: do excesso ou da falta. O corpo danificado, desmielinizado em sua extremidade, no axônio. A histeria manifesta no extremo do aparelho psíquico. As marcas de placas inflamadas nos cantos do sistema nervoso. As escleroses do narcisismo extremado. O corpo entre os extremos do somático e do psíquico. Os doentes de Charcot parecem viver nas bordas dos limites, o que é essencialmente o lugar do extremo. Viver a cronicidade da doença transforma o extremo em um lugar aparentemente normal em curva de análise.
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| Autor | Elise Alves dos Santos |
| Editora | APPRIS |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 293 |
| Ano de edição | 2024 |
| Número de edição | 1 |

