Em A crise da economia global, os pesquisadores da Universidade Nômade destacam as transformações do capitalismo e apresentam contundentes análises sobre a mais severa crise econômica desde a “Grande Depressão”. O conjunto de artigos organizado por Andrea Fumagalli e Sandra Mezzadra oferece reflexões inovadoras no plano teórico e político sobre a estrutura do sistema capitalista e suas deficiências.“As análises da crise e as consequências políticas presentes neste volume não só descrevem e criticam o período histórico atual como o abrem a novos horizontes do desejo”, afirma Antonio Negri, autor do posfácio do livro.A ideia de que as finanças não são um desvio improdutivo, mas sim, a própria forma de acumulação do capital em um capitalismo que se tornou cognitivo norteia os escritos. Outra tese defendida pelos pesquisadores é que a saída da crise dependerá dos rumos dos conflitos sociais oriundos das tensões acumuladas. Os autores mostram que neste novo capitalismo – o cognitivo - a produção se torna biopolítica e perde a separação entre a esfera da produção (tempo de trabalho) e a esfera da circulação (tempo “livre”): tempo de vida e tempo de trabalho se misturam e se tornam indistinguíveis. A crise financeira ganha destaque entre as análises por ameaçar esta nova forma do sistema de produção capitalista e criar condições para propagação das contradições sociais e seus conflitos.
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| Autor | Sandro Mezzadra |
| Editora | CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 364 |
| Ano de edição | 2011 |
| Número de edição | 1 |

