Esta obra tem como pano de fundo o Projeto de Preservação da Mata Atlântica, executado em todo o litoral paulista pela Secretaria do Meio Ambiente na segunda metade da década de 1990. O projeto propunha uma grande inovação: construir e implantar planos de gestão ambiental com a participação dos povos tradicionais que lá viviam, e ainda vivem: caiçaras, quilombolas e indígenas. O desafio era gigantesco!
A autora deste livro realizou, em seu trabalho de doutorado na USP, uma minuciosa pesquisa de campo nas comunidades da Ilha do Cardoso para responder às seguintes questões: o que levaria as comunidades caiçaras a se mobilizarem para participar de um processo coletivo de ordenamento do território? Qual seria o papel das metodologias participativas nesse processo? Como os valores culturais, as percepções, os saberes e os modos de vida de povos tradicionais seriam contemplados no projeto?
Esta obra é muito atual e oportuna no enfrentamento da crise ambiental contemporânea. Apresenta e analisa uma experiência bem-sucedida de ordenamento territorial na Ilha do Cardoso, no extremo sul do litoral paulista. Permite que especialistas e até mesmo pessoas não iniciadas possam refletir a respeito de possíveis medidas e, sobretudo, sobre os desafios quando se procura conciliar pontos de vista e interesses tão divergentes na conservação da Mata Atlântica e de outras áreas de floresta no Brasil.
Código: |
L004-9786525067414 |
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Autor |
Carmem Lúcia Rodrigues |
Editora |
APPRIS |
Idioma |
PORTUGUÊS |
Encadernação |
Brochura |
Páginas |
242 |
Ano de edição |
2025 |
Número de edição |
1 |