• Nanna ou a vida anímica das plantas

Uma obra-prima esquecida da filosofia e da ciência, que ousa perguntar: As plantas têm alma?
Gustav Theodor Fechner, o pai da psicofísica moderna, revoluciona a forma como encaramos o mundo vegetal neste fascinante tratado publicado originalmente em 1848. Em vez de ver as plantas como seres meramente passivos, Fechner propõe uma Morfologia da Alma (ou Vida Anímica), construindo uma base para a compreensão dos seus processos psíquicos.
O Desafio Filosófico
Desafiando a ciência materialista do seu tempo e os limites estabelecidos entre os reinos animal e vegetal, Fechner constrói um argumento magistral para a existência de uma Alma Vegetal. Ele argumenta que a vida não pode ser dividida entre ''animada'' e ''não-animada'', mas sim entre diferentes modos de ter alma.
• A Analogia Morfológica: O contraste fundamental entre a Invaginação (Animal, forma da Elipse e interioridade) e a Evaginação (Planta, forma da Hipérbole e desdobramento para o exterior).
• O Mistério dos Sentidos: Por que a falta de nervos e órgãos sensoriais conhecidos não invalida a capacidade de sentir, e como a planta cumpre as suas funções sensitivas de forma singular.
• O Modo de Comunicação Psíquica: A cor e o perfume como modos de expressão e interação que substituem a voz e os olhos, sendo a própria flor a sua "obra de arte".
• O Drama Pessoal: O relato emocionante de Fechner sobre a sua própria cura da cegueira e a epifania no jardim, que o levou a dedicar-se a esta obra.
Nanna não é apenas um texto histórico; é uma meditação profunda sobre a unidade da Natureza e o lugar da consciência em toda a criação.

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Autor Gustav Theodor Fechner
Editora ARTERA
Idioma PORTUGUÊS
Encadernação Brochura
Páginas 360
Ano de edição 2026
Número de edição 1

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Nanna ou a vida anímica das plantas