O “papa negro” é o último avatar do “mito jesuíta” ou do “antijesuitismo” militante. Surge no século XVI relacionado à Companhia de Jesus, cuja novidade logo causa surpresa. Os jesuítas são acusados de exercer um poder oculto de influência, de agir clandestinamente. Crenças, lendas e imagens alimentam o mito que logo assume feições políticas. Durante o século XIX, o mito se transforma em imagem do complô. E, nesse contexto, surge a figura do “papa negro”, maneira de qualificar o Geral dos jesuítas, que concentraria um poder absoluto. A partir da segunda metade do século XX, o mito perdeu vigor. Por que se interessar por esse mito tão combatido? O relato de sua evolução permite evocar os acontecimentos nos quais os jesuítas estiveram envolvidos e ajuda a entender como e por que pessoas cultas, assim como as comuns, desconfiavam de que esse grupo de religiosos estivesse por trás dos maiores complôs da História. Este livro reproduz a gênese e as etapas desse interminável julgamento da intenção.
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| Autor | Franck DAMOUR |
| Editora | EDIÇÕES LOYOLA |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 118 |
| Ano de edição | 2024 |
| Número de edição | 1 |

