O mangá mais aclamado da contracultura japonesa
Em junho de 1968, a célebre revista japonesa Garo dedicou uma edição especial a Yoshiharu Tsuge, já um dos autores mais amados pela geração de jovens que, à época, tomavam as ruas e desejavam revolucionar o Japão. Como que em resposta a esse movimento, produziu para essa edição da Garo uma história enigmática como um sonho – ou como um pesadelo – a respeito de um rapaz em busca de cura para um ferimento misterioso. O impacto dessa HQ, chamada “Nejishiki” foi imenso não apenas nos mangás underground, mas também naqueles do mainstream. Mais que isso: desde sua publicação, essa obra provocou inúmeras reações e gerou diversas interpretações, tanto de leitores e outros quadrinistas, quanto de psicólogos, acadêmicos, escritores, artistas e poetas. Inspirou diversos outros quadrinhos e adaptações para outras linguagens, inclusive videogames e um filme, de 1998, estrelado por Tadanobu Asano, célebre por seu papel na série Xógum: A Gloriosa Saga do Japão.
Depois de “Nejishiki”, Tsuge seguiu em sua revolução permanente, com quadrinhos que surpreenderam o mundo dos mangás.
"Uma revelação... Tsuge abre as portas de sua alma e deixa o mundo entrar com toda a sua complexidade, humanidade, beleza, incerteza e violência."
— The Washington Post
"Fascinante... um dos artistas mais celebrados e reclusos do Japão."
— The Guardian
Código: |
L004-9788595712768 |
Código de barras: |
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Peso (kg): |
0,540 |
Altura (cm): |
23,00 |
Largura (cm): |
17,00 |
Espessura (cm): |
2,50 |
Autor |
Yoshiharu Tsuge |
Editora |
VENETA |
Idioma |
PORTUGUÊS |
Encadernação |
Capa dura |
Páginas |
224 |
Ano de edição |
2025 |
Número de edição |
1 |