Nesta ode ao processo criativo, David Bohm trata de sua importância para a ciência, a arte e a vida em geral. Ao longo do ensaio ele reflete sobre o que essencialmente incita nossa mente e procura compreender o contraste entre o pensamento mecânico e o pensamento criativo. Bohm, que é físico, também expõe sua preocupação contra sistemas, regimes e fatores que cerceiem a liberdade de imaginar. Ele foi responsável por apresentar uma interpretação alternativa para a teoria quântica, mas foi mal recebido e ignorado por seus colegas físicos. Além disso, o autor também sofreu perseguições nos Estados Unidos durante a Guerra Fria, vítima da histeria anticomunista. Pelas impossibilidades e barreiras criadas em seu país, se exilou e trabalhou no Brasil, na Inglaterra e em Israel. Por essas experiências, o autor acredita na criatividade como um processo não apenas cognitivo, mas passível de interferências sociais e familiares.
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| Autor | David Bohm |
| Editora | EDITORA UNESP |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 176 |
| Ano de edição | 2011 |
| Número de edição | 1 |

