A prática da psicanálise evidencia a extrema dependência do indivíduo humano em relação a um punhado de sílabas ou sonoridades que determinam seu destino. Mas esse determinismo só se revela por ocasião de uma situação particular de interlocução: a sessão de psicanálise. O autor mostra que, ao desconhecer essa especificidade do dispositivo analítico, o psicanalista corre o risco de reduzir sua teoria a uma visão de mundo, ou a um sistema de crenças, e degradar sua prática por uma retórica da influência e da persuasão.
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L004-9788571371347 |
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Autor |
Roland Gori |
Editora |
EDITORA ESCUTA |
Idioma |
PORTUGUÊS |
Encadernação |
Brochura |
Páginas |
245 |
Ano de edição |
1998 |
Número de edição |
1 |