Sobre quem sou no passado, serei no presente e fui no futuro.
Em Entre Idas e Recaídas, Paulo Eduardo reflete sobre a substância da vida: amor, tempo e busca por significado são temas recorrentes em cada um destes fragmentos de sua vivência. A Existência, como sujeito ativo, memora em cada poesia um diferente momento na vida do autor, que se descobre e revolve, até a morte. E depois da morte, a pós-vida.
Como maré de fluxo e refluxo dos acontecimentos, Paulo evoca símbolos da contemporaneidade, mas constantemente tocando em sentimentos universais. Os planos real e virtual se confundem, sob malha da era pós-pandêmica. Na imposição do racionalismo irrefletido sobre os sentimentos, ocorre uma eclosão, um caos, calcado em certo mal-estar do mundo. Mas nos ensaios do cotidiano, há sempre nova chance do Amar — na redescoberta, no meditar e na reconsideração.
O escrever, para Paulo, é exercício de contínua declaração do estar-vivo, pois o sentimento é que há sempre algo por vir, uma Inquietude, uma não-correspondência, que só se encontra no refletir — como o Sol ilumina a Lua. “Entre Idas e Recaídas” é paradoxal, sobretudo, humano.
| Código: |
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| Autor |
PERJS |
| Editora |
EDITORA 247 |
| Idioma |
PORTUGUÊS |
| Encadernação |
Brochura |
| Páginas |
164 |
| Ano de edição |
2024 |
| Número de edição |
1 |