A Neurocisticercose (NCC) é a infecção parasitária mais comum do Sistema Nervoso Central (SNC), causada pela forma larvária da Taenia solium. É uma causa frequente de epilepsia em todo o mundo. Constitui grave problema de saúde pública em várias regiões do mundo, incluindo países africanos, como Angola, e países da América Latina. As manifestações clínicas da NCC ocorrem em um quadro pleomórfico que independe da viabilidade do parasita, durante ou após o processo inflamatório, causado pela presença das formas viáveis ou em degeneração, no parênquima cerebral. Apresentamos, aqui, evidências de associação entre a Neurocisticercose e atrofia de hipocampo, por meio de novas técnicas de Ressonância Magnética (RM) que permitem uma avaliação mais detalhada das lesões císticas, respostas inflamatórias e outras anormalidades intraparenquimatosas. A conclusão ora anunciada foi possível seguindo pacientes ambulatorialmente, por epilepsia ou cefaleia e NCC. Eles foram avaliados por meio de dados clínicos e imagiológicos (Tomografia Computadorizada – TC e RM). A presença de atrofia de hipocampo foi avaliada por meio do programa volBrain online, utilizando como referência a média dos hipocampos de indivíduos saudáveis, definidos como grupo controle. Definimos a evolução clínica dos pacientes pela presença ou ausência de crises epilépticas. A caracterização da evolução dos cistos foi definida pela presença de edema, gliose e realce ao contraste ao redor dos cistos calcificados, observados por meio da análise visual dos exames de RM.
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| Autor | Job Monteiro Chilembo Jama António |
| Editora | APPRIS |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 114 |
| Ano de edição | 2024 |
| Número de edição | 1 |

