A psicose, como se pretende demonstrar, é quase sempre caracterizada pela exclusão pragmática, institucional, teórica e social. Inesperadamente, através desta pesquisa, ela é vista incrustada na história da psicanálise, na história da produção de seus conceitos e também na história de sua institucionalização. Por isso sustentam-se hipóteses, a partir de um instrumento forjado na clínica do autor, surpreendentes a todo status quo, tanto da história da psicanálise, da sua produção de conceitos quanto da instituição psicanalítica. Depara-se com a hipótese incontornável de que a instituição psicanalítica se erige em cima de um ponto cego – não só da pessoa de Freud (o aspecto menos importante) – que se fez presente no próprio Freud e em sua continuidade, a instituição psicanalítica. Essa, provavelmente, a razão da recusa (verwerfung) do affair Tausk na história da psicanálise e de sua institucionalização.
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| Autor | Paulo Márcio de Castro Ribeiro |
| Editora | EDITORA ESCUTA |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 248 |
| Ano de edição | 2016 |
| Número de edição | 1 |

