O dispositivo de supervisão coloca em questão que, no lugar de encontrar a verdade que finalmente responderia a pergunta do que fazer em um caso, coloca em primeiro plano o não saber. Dessa forma, a política da falta-a-ser, intrínseca à posição do analista, é assumida pelo supervisor e sustenta a ética da sua práxis. Nessa perspectiva, o supervisor dirige a supervisão e não o supervisionando; portanto, o supervisor recusa o poder da sugestão implicado na identificação imaginária em prol do manejo da transferência e seus tempos, a partir do desejo que o orienta.
Código: |
L004-9788571374164 |
Código de barras: |
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Autor |
Emília Estivalet Broide |
Editora |
EDITORA ESCUTA |
Idioma |
PORTUGUÊS |
Encadernação |
Brochura |
Páginas |
144 |
Ano de edição |
2017 |
Número de edição |
1 |