O dispositivo de supervisão coloca em questão que, no lugar de encontrar a verdade que finalmente responderia a pergunta do que fazer em um caso, coloca em primeiro plano o não saber. Dessa forma, a política da falta-a-ser, intrínseca à posição do analista, é assumida pelo supervisor e sustenta a ética da sua práxis. Nessa perspectiva, o supervisor dirige a supervisão e não o supervisionando; portanto, o supervisor recusa o poder da sugestão implicado na identificação imaginária em prol do manejo da transferência e seus tempos, a partir do desejo que o orienta.
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| Autor | Emília Estivalet Broide |
| Editora | EDITORA ESCUTA |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 144 |
| Ano de edição | 2017 |
| Número de edição | 1 |

