Uma acusação contundente contra aqueles que exploram a tragédia do Holocausto para ganho pessoal e político
Em seu estudo iconoclasta, Norman G. Finkelstein parte de uma investigação sobre o lugar que o Holocausto passou a ocupar na cultura global e faz um exame perturbador dos acordos de indenização do Holocausto. Foi somente durante a Guerra Árabe-Israelense de 1967, quando Israel se alinhou à política externa dos EUA, que a memória do Holocausto começou a adquirir a excepcional proeminência que possui hoje.
Relembrando fraudadores do Holocausto como Jerzy Kosinski e Binjamin Wilkomirski, bem como as construções demagógicas de escritores como Daniel Goldhagen, Finkelstein argumenta que o principal perigo para a memória das vítimas do nazismo vem justamente de algumas das pessoas que professam defendê-la com mais paixão. Baseando-se em uma vasta gama de fontes inéditas, ele expõe a dupla extorsão de países europeus e de requerentes judeus legítimos, e conclui que a indústria do Holocausto se tornou um esquema de extorsão descarado.
| Código: |
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| Autor |
Norman G. Finkelstein |
| Editora |
AUTONOMIA LITERÁRIA |
| Idioma |
PORTUGUÊS |
| Encadernação |
Brochura |
| Páginas |
304 |
| Ano de edição |
2026 |
| Número de edição |
1 |