A voz não engana. Suas inflexões, seu timbre, até mesmo suas pausas e seus silêncios nos falam algo de quem a emite. Permitindo-nos reconhecê-la e conhecer as suas intenções, a voz permite também identificar o sentido de um discurso lá onde a palavra escrita se detém no simples significado. Nesse sentido, é possível reler a história da voz como o avesso dos grandes temas que atravessaram a filosofia desde suas origens, como contraposição ao sistema logocêntrico da palavra que abstrai das diferenças individuais para poder “teorizar” – ou “ver”, segundo a raiz grega do verbo theorein. O resultado dessa releitura é uma comunidade em que a palavra brota de uma pluralidade de vozes, únicas e relacionais, que “ressoam” umas nas outras.
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| Autor | Adriana |
| Editora | EDITORA UFMG |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 312 |
| Ano de edição | 2011 |
| Número de edição | 1 |

