Escrever é pensar pelas mãos. A mão parece compreender emoções mais honestamente que a cabeça ou o coração. Estamos perdidos, sem saída, e irritantemente corretos na busca eterna do erro. Não estamos em tempos de grandes histórias, mas sim do ínfimo, do mísero, do detalhe, do frágil, do banal. O que Branca Sobreira faz no livro 20 é sobretudo um exercício de olhar. Rever o outro, cuidadosamente, e buscar no outro a incompreensão de nós mesmos. Ela se dispôs a capturar essências das relações que a circundam, seus enlaces e desenlaces.Cada pequeno, por vezes minúsculo, conto é responsável por delinear um universo próprio, que é aquele das relações humanas. Cada conto é como ilha flutuante, manifesta-se no ar, preso somente aos céus. O movimento é o balançar de uma onda, constante, como se cada palavra pudesse com a sua leveza se dissolver em água.
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| Autor | Branca Sobreira |
| Editora | MOINHOS |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 56 |
| Número de edição | 1 |

