Até sua morte, em 1970, a obra do psicanalista húngaro Michael Balint, sem dúvida um dos principais teóricos das relações objetais precoces em psicanálise, foi praticamente negligenciada e teve a divulgação restrita à sua prática com os chamados “grupos Balint”. Muito além daquele que foi o responsável pela criação destes grupos de discussão sobre as relações entre médico e paciente, o Balint, a quem o autor se refere no decorrer deste trabalho, é aquele psicanalista que, tomando como referência a teoria e a prática da psicanálise herdada de Sándor Ferenczi, faz o leitor pensar a partir de suas ideias e de sua trajetória, na dimensão trágica que constitui a existência humana.
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| Autor | Carlos Augusto Peixoto Junior |
| Editora | THIEME REVINTER |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 136 |
| Ano de edição | 2013 |
| Número de edição | 1 |

