“Qual é o parangolé?”, explica Waly Salomão a dada altura do perfil de Hélio Oiticica, “era uma expressão muito usada quando cheguei da Bahia para viver no Rio de Janeiro, e significava ‘O que é que há?’.” A mesma fluidez da gíria do morro aparece nos parangolés criados por Hélio Oiticica, objetos abertos à contingência e ao movimento. A trajetória de um dos mais relevantes artistas de vanguarda do século XX é desenhada com estilo e desenvoltura pelo poeta que não via limites para a experimentalidade e a ousadia. Um encontro de gênios, beneficiado pela proximidade dos dois interlocutores e amigos e pelo conhecimento de quem atuou como conselheiro do acervo de Oiticica e editor de seus textos. “Poucos entenderam a obra de Hélio Oiticica como o poeta Waly Salomão, contemporâneo, interlocutor e grande amigo do artista.” - Antonio Cícero
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| Autor | Waly Salomão |
| Editora | COMPANHIA DAS LETRAS |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 160 |
| Ano de edição | 2015 |
| Número de edição | 1 |

