No Brasil da Independência, os ventos iluministas levam o homem de letras a deixar o papel de artista para assumir o de mentor da sociedade. Proibida durante o período colonial, a imprensa brasileira só passa a existir a partir de 1808, com a chegada de d. João VI, e entre 1821 e 1823 é eleita a arena por excelência para o debate sobre os rumos da nação luso-brasileira. De um lado, os liberais, pleiteando a permanência do príncipe regente e a convocação da Assembléia; de outro, os monarquistas, defendendo o absolutismo. Sob a lei do pseudônimo, o Visconde de Cairu, os influentes Andrada, o príncipe d. Pedro em pessoa e inúmeros outros personagens fascinantes usam as páginas dos jornais para debater idéias, ideais e interesses, não raro enveredando pelo discurso acalorado, pela ofensa pessoal, pelo insulto, pela difamação e até pelas vias de fato, num momento crucial - com freqüência hilário, mas às vezes chocante - da história brasileira.
| Código: | L002-9788535900156 |
| Código de barras: | 9788535900156 |
| Peso (kg): | 0,650 |
| Altura (cm): | 21,00 |
| Largura (cm): | 14,00 |
| Espessura (cm): | 2,80 |
| Autor | Isabel Lustosa |
| Editora | COMPANHIA DAS LETRAS |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 528 |
| Ano de edição | 2000 |
| Número de edição | 1 |

