A incidência de doenças tromboembólicas que cursam com a necessidade do uso de anticoagulantes orais está aumentando de maneira significativa em todo o mundo. Isso é percebido claramente no consultório médico e/ou no ambiente hospitalar, onde observa-se um aumento exponencial do número de pacientes que apresentam diversas doenças tromboembólicas, como acidente vascular cerebral, fibrilação atrial e tromboembolismo venoso. Atualmente, há dois tipos de anticoagulantes orais: antagonistas da vitamina K, cujo principal representante é a varfarina, e os novos anticoagulantes ou, mais precisamente, os anticoagulantes orais de ação direta (DOAC). Os primeiros representam um desafio devido a diversos fatores: necessidade de monitorização, interações medicamentosas, manejo perioperatório, dentre outros. Por outro lado, a prescrição dos DOAC vem aumentando progressivamente por ser uma ferramenta de uso mais simples na prática clínica. É cada vez mais frequente a necessidade do manejo dos anticoagulantes orais, seja ele a varfarina ou os DOAC, em diversas situações bastante comuns do dia a dia, tais como síndrome coronária aguda, acidente vascular encefálico, cardioversão em pacientes com fibrilação atrial, necessidade de cirurgia eletiva e pacientes portadores de próteses valvares. Este guia apresenta, de maneira simples e objetiva, o manejo dos anticoagulantes orais, varfarina e DOAC, nas principais situações clínicas que se encontram com frequência no consultório e/ou no hospital. Suas informações estão respaldadas nas melhores e mais atuais evidências médicas encontradas na literatura e nas diretrizes nacionais e internacionais.
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| Autor | Cecilia Maria Quaglio Zilda Machado; Barroso |
| Editora | EDITORA ATHENEU |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Capa dura |
| Páginas | 44 |
| Ano de edição | 2017 |
| Número de edição | 1 |

