Este livro lança um olhar analítico sobre o consumo de imagens de violêcia por entretenimento na sociedade contemporânea. O ponto de partida dá-se com o longa-metragem Funny Games (1997), dirigido pelo cineasta austríaco Michael Haneke (1942-), que fez com que o autor Thiago Henrique Ramari sentisse “[...] um desconforto crescente, um incômodo que não demorou a se aproximar do limite do insuportável”;. Para desvendar esse efeito, Ramari percorre diferentes teorias fílmicas até alcançar o contracinema, referencial pouco explorado no Brasil, no qual se encaixa a obra de Haneke e, sobretudo, Funny Games. Desse modo, Ramari parte de um único filme para contemplar o contracinema, compreender o próprio desconforto perante o longa-metragem de Haneke e analisar, ao fim de tudo, por que a sociedade se deleita tanto com imagens de cunho violento. Funny Games, Michael Haneke, Contracinema! é um livro dedicado a todos os leitores que se interessam pela obra do realizador austríaco, pelo cinema como manifestação cultural e intelectual, e pela sociedade na qual vivemos.
| Código: | L002-9786555230932 |
| Código de barras: | 9786555230932 |
| Peso (kg): | 0,200 |
| Altura (cm): | 23,00 |
| Largura (cm): | 16,00 |
| Espessura (cm): | 0,20 |
| Autor | Thiago Henrique Ramari |
| Editora | APPRIS |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 119 |
| Ano de edição | 2020 |
| Número de edição | 1 |

