EMMA GOLDMAN nasceu na Lituânia em 1869 e fugiu para os Estados Unidos aos 16 anos sem dinheiro ou contatos.
Tornou-se logo o que J. Edgar Hoover chamou de “a mulher mais perigosa do mundo”. O perigo, claro, era dizer a verdade em uma sociedade de mentiras. Anarquista, feminista, oradora, escritora, Emma defendeu o controle de natalidade quando isso era crime, o direito de greve quando isso era subversão e o amor livre quando isso era escândalo.
Foi presa mais de uma vez, processada pelo governo dos EUA e deportada. Desencantou-se com a União Soviética, exilou-se na Europa e morreu no Canadá, sem parar de escrever e de lutar.
Numa época em que mulheres não votavam e trabalhadores morriam sem direitos, Emma já enxergava o que levaria décadas para o mundo reconhecer: que liberdade sem igualdade é privilégio, e que o corpo da mulher é, antes de tudo, político.
Esta antologia reúne seus ensaios mais urgentes acompanhados de contextualização político-histórica e biográfica. Não como memória, mas como lembrança do que ainda precisa ser feito.
| Código: |
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| Autor |
Emma Goldman |
| Editora |
IMÃ EDITORIAL |
| Idioma |
PORTUGUÊS |
| Encadernação |
Brochura |
| Páginas |
0 |
| Ano de edição |
2026 |
| Número de edição |
1 |