Dançando para Iemanjá evidencia o poder das religiões afro-brasileiras, ou religiões de Orixás, para recriar o real e a si mesma, adaptando-se e se readaptando aos novos contextos históricos e sociais, que nosso cotidiano vai edificando. Além disso, os Orixás representam poderes da natureza que são cultuados em rituais com danças e batuques. Nesta obra, o autor procura evidenciar os poderes da Natureza, demonstrando como nós, animais humanos, somos completamente naturais e dependentes dessas forças. Ele afirma que a Natureza precede a vida humana, e que nos teceu para elaborar cultura e fazer escolhas enquanto diferentes etnias, ou grupos sociais. Assim, o autor enfatiza que somos naturalmente sociais, e que por tudo isso, pode-se concluir que, cultura ontologicamente falando, é uma expressão da Natureza no humano. Ele também vai demonstrando por todo livro que o ser humano precisa fazer todo o tempo uma interpretação das realidades sociais, que ele denomina textos coletivos a serem entendidos. Por isso o autor destaca que a hermenêutica apresenta verdades flexíveis, porque traduz inúmeras possibilidades de entendimento de um mesmo fato e de inúmeros significados que essa espécie animal cria de si mesma e da alteridade. Portanto, esta é uma obra que vale a pena ser lida por suas verdades flexíveis e polêmicas apresentadas no decorrer de todo o texto.
| Código: | L002-9786525002644 |
| Código de barras: | 9786525002644 |
| Peso (kg): | 0,100 |
| Altura (cm): | 23,00 |
| Largura (cm): | 16,00 |
| Espessura (cm): | 1,50 |
| Autor | João Simões Cardoso Filho |
| Editora | APPRIS |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 283 |
| Ano de edição | 2021 |
| Número de edição | 1 |

