No cinema hipermoderno, é comum encontrar narrativas fluidas e de fluxo, ou, por outro lado, narrativas quebradas, construídas com uso e abuso da tecnologia. Tais narrativas são baseadas nas raízes cinematográficas da Nouvelle Vague francesa, as quais procuram explorar e estimular emoções, temas, situações e personagens em uma descontinuidade. Assim, as narrativas vão muito além do retrato convencional do personagem e da lógica na estrutura, no tempo e no espaço narrativo. Por certo, há uma clara deslegitimação da metanarrativa. Isto quer dizer que há um esforço em pensar o presente fluido como um momento absolutamente inédito na História e na narração. Em Cinema e Hipermodernidade, você encontra as raízes estéticas, políticas e culturais da expansão do consumo e da comunicação de massa; enfraquecimentos das normas autoritárias e disciplinares; surto de individualização; consagração do hedonismo e do psicologismo; perda da fé no futuro revolucionário; descontentamento com as paixões políticas e a transformação do palco das sociedades abastadas.
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Autor |
Maria Aparecida Rodrigues |
Editora |
EDITORA MERCADO DE LETRAS |
Idioma |
PORTUGUÊS |
Encadernação |
Brochura |
Páginas |
196 |
Ano de edição |
2021 |
Número de edição |
1 |