Perante o Supremo Tribunal do Reino das Sombras apresenta-se Luculus Brasilis, o general civilizador, que precisa prestar contas da sua existência na terra para saber se é digno de adentrar no Reino dos Bem-Aventurados. Sob a presidência do Juiz dos Mortos, cinco jurados participam do julgamento: um professor, uma peixeira, um coveiro, uma ama de leite e um não-nascido. Livremente inspirada na dramaturgia de "O Julgamento de Luculus", de Bertolt Brecht, Dione Carlos, em colaboração com o diretor da peça Eugênio Lima e com o coletivo Legítima Defesa, une classe, raça, gênero e o legado colonial destas construções sociais. O texto se divide em três tempos não lineares: o ''tempo dos vivos'', o ''tempo dos mortos'' e o ''tempo dos não nascidos''. Um modo de produção de oferenda na esquina do futuro, como diz o diretor Eugênio Lima. Durante a pesquisa, o coletivo Legítima Defesa se debruçou sobre aquilo que começou como uma provocação: "E se Brecht fosse Negro?". Qual seria o lugar ocupado pela raça? Sua obra seria lida em uma perspectiva interseccional?
| Código: | L002-9786586598032 |
| Código de barras: | 9786586598032 |
| Peso (kg): | 0,100 |
| Altura (cm): | 21,00 |
| Largura (cm): | 19,00 |
| Espessura (cm): | 0,70 |
| Autor | Dione Carlos |
| Editora | GLAC EDIÇÕES |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 72 |
| Ano de edição | 2020 |
| Número de edição | 1 |

