Com base nas observações histórico-culturais sobre a relação entre seres humanos e a espécie canina é possível dizer que os cães estiveram disponíveis para se relacionarem de forma afetiva com os humanos. No século XIX e o início do XX onde houve em determinados países como na Inglaterra Vitoriana a permissão para que os cães se destacassem como seres importantes. As pinturas de Briton Riviere entre outros artistas demonstram a relação de afeto do cão para com os humanos, a arte do referido pintor traz o olhar canino de forma muito expressiva o que leva à hipótese de que não é recente a disponibilidade neuro afetiva dos cães para com os seres humanos.
Freud também observou os benefícios da relação entre humanos e cães, quando recebeu a notícia da invasão nazista na Áustria em março de 1938, ficou apreensivo e passou a acariciar um dos seus cachorros naquele exato momento como forma de alento. Outra personagem canina na vida de Freud foi Jofi que acompanhava as sessões de análise no consultório desde o final década de 20 até o final dos anos 30 e parecia marcar o tempo de cada sessão. Esta obra convoca a sociedade a praticar o respeito e a compaixão para os animais não humanos na atualidade.
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| Autor |
Márcia Barros Valdívia |
| Editora |
CRV |
| Idioma |
PORTUGUÊS |
| Encadernação |
Brochura |
| Páginas |
54 |
| Ano de edição |
2026 |
| Número de edição |
1 |