• A morte da narrativa

Com o aumento excessivo
de diagnósticos em crianças e adolescentes, é preciso nos perguntarmos se eles
estão sendo ouvidos ou se simplesmente delegamos ao domínio do saber
médico-psiquiátrico todo problema que enfrentam. É verdade que cada vez mais
percebemos que crianças e adolescentes sofrem. Também temos a impressão de que
hoje esse sofrimento se manifesta de formas distintas, como em automutilações.
Mas esse sofrimento deve ser reduzido necessariamente a modalidades que devem
ser consideradas transtornos mentais e, por isso, essas crianças devem ser
encaminhadas a psiquiatras e submetidas ao saber biológico sobre esse
sofrimento? Ou a uma combinação de fármacos e terapia cognitiva comportamental?

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Autor Ronaldo Manzi Filho
Editora BLUCHER
Idioma PORTUGUÊS
Encadernação Brochura
Páginas 528
Ano de edição 2026
Número de edição 1

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A morte da narrativa