A Associação é Livre? Interdependência entre técnica e teoria em Freud. Trata-se de uma indagação a respeito do método terapêutico estabelecido por Freud – a associação livre – cuja importância o eleva ao estatuto de regra fundamental da psicanálise. Tal estatuto e sua manutenção até os dias atuais justificam a necessidade de conhecê-la não apenas enquanto um recurso técnico, mas também e, sobretudo, enquanto um princípio que reflete e é reflexo de modificações teóricas, além de técnicas. Daí a importância de conhecer a fundo o percurso de Freud desde a sugestão hipnótica até o estabelecimento da associação livre, passando pelo método catártico e a técnica da pressão na testa. A cada uma dessas transições técnicas, correspondem essenciais mudanças teóricas e vice-versa. O desenvolvimento da noção de transferência, outro conceito distintivo da psicanálise, é um exemplo dessa correspondência entre técnica e teoria. Definida como regra fundamental, a associação livre define a prática profissional dos psicanalistas clínicos e, por isso, acarreta em implicações nessa atuação. Torna-se essencial compreender sob quais fundamentos essa técnica, aparentemente simples, garante legitimidade ao trabalho clínico sendo capaz de levar a resultados terapêuticos. Se a associação é livre, ou seja, se o paciente é convidado a comunicar ao terapeuta tudo o que lhe vem à mente sem qualquer restrição, o que garante a legitimidade dos resultados?
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| Autor | Maria Rosa Ferrucci Monção |
| Editora | APPRIS |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 151 |
| Ano de edição | 2019 |
| Número de edição | 1 |

